Sometimes things aren't always as they seem.
Sometimes we need someone to call our own,
Especially when we're alone.
Sometimes people just can't understand,
Why things get out of hand.
Sometimes life just isn't fair,
Especially when people just don't care.
And sometimes it's hard to say,
Why things have to be this way.
Sometimes it's all you can do to get by,
Especially when dreams continue to die.
Sometimes it's nice to sit in the rain.
Even to just relieve the pain.
And when we've had a really bad day,
Sometimes we just need to get away.
We never know what's wrong with out pain.
Sometimes the hardest thing and the right thing are the same.
And sometimes when people get hurt,
Even the strongest ones may need comfort."
This poem is very heart touching and very descriptive. It is about the lack of hope and courage that we must have in ourselves. The poem are right, even the strongest people break down and cry. So don't blame yourself for it! You cry for the pain you feels, does not make you weak, honey. But human. Natalie, listen to me. Sometimes people wondering what would be like to live in a world with out problem. Some cannot accept why things go wrong. Some hide in the deepest of their soul. You know that as far as i know! So remember one thing. "Through every dark night, there's a bright day after that. So no matter how hard it get, stick your chest out, keep ya head up.... and handle it.”
You're a wonderful person! Don't let them say the opposite, okay?
I hope you get well soon🙏🙏
Juuh@outlook.com.br - this is my email. You can call me there anytime😃😘
Serei menos esporádica com as atualizações☺☺
Boa leitura :)
********************
Já passava de duas da manhã quando entrei em casa, e estavam todos dormindo. Descalça, caminhei na ponta dos pés até meu quarto, ansiosa para tirar a roupa.
Ao abrir o zíper invisível na lateral do vestido, notei meu reflexo nas portas espelhadas do armário. Parei por um instante e me analisei profundamente.
Será que Emma se sentira atraída pela refinada executiva em que eu havia me transformado de um jeito que não se sentira pela garota que eu era antes? E eu ligava para isso?
"Minha nossa." Sentei na beira da cama, desejando que houvesse alguém acordado com quem conversar. Se Nico ainda morasse conosco, estaria de pé. Era um sujeito noturno.
Num impulso, peguei o telefone e liguei para ele. O telefone tocou três vezes antes de meu irmão atender.
"Oi", disse. "Espero que seja importante."
Estremeci com seu tom irritado e ligeiramente ofegante. Devia estar com alguém em casa. "Nico, oi. Desculpa. Ligo amanhã."
"Regina." Ele exalou, e ouvi um farfalhar de lençóis. "O que foi?"
"Nada. Amanhã a gente conversa. Tchau."
"Não desliga na minha cara!", retrucou ele. "Você queria falar comigo, estou aqui. Desembucha."
Desliguei, imaginando que ele queria voltar logo para o que estava fazendo.
Meio segundo depois, o telefone tocou. Atendi depressa, torcendo para não ter acordado o restante da casa. "Nico, deixa para lá. Não é nada demais. Desculpe te incomodar a essa hora."
"Regina, se você não começar a falar, vou aí agora dar um jeito em você. Tem a ver com Swan?
Suspirei. Deveria ter imaginado que alguém ia cintar para ele. "Estou de folga esse fim de semana. Pensei em fazer uma visita. Só para encher você um pouco. Ou muito."
"Agora?"
A ideia original era essa, mas..."Não, amanhã."
"Ninguém liga às duas da manhã para dizer que quer fazer uma visita no dia seguinte."
"Você está ocupado."
"Na hora que você chegar, já não vou mais." Sua voz se suavizou. "Você tem como vir?"
"Nico..."
"Vou chamar um táxi."
Fechei os olhos, agradecida por meu irmão e mais segura do que nunca de que passar um tempo com ele ia me fazer um bem enorme. Fazia algumas semanas que não nos víamos. Tempo demais. "Preciso tomar um banho e trocar de roupa."
"Trinta minutos. Vejo você daqui a pouco." Ele desligou.
Desliguei o telefone e corri para me trocar.
Quando cheguei ao condomínio de Nico, passava um pouco das quatros.
Ele tinha ligado havia poucos minutos, para saber onde eu estava, e me esperava de pé na calçada quando o carro encostou. Usando um moletom e com uma leve sombra de barba para fazer, ostentava um ar ligeiramente perigoso, daquele jeito rebelde que atrai tantas mulheres.
"Oi", disse, pegando minha mala das mãos do taxista e pagando a corrida. Nico me envolvel pelos ombros e me conduziu até o apartameto.
"É bom ver você."
"Bom, coisa nenhuma." joguei o quadril contra o dele, e nós dois nos desequilibramos. "Desculpe destruir sua noite."
"Eu gozei" Nico abriu um sorriso. "Ela também. Então não tem problema."
"Eca. Informação demais." Meu irmão era um mulherengo. Sempre fora. "Alguém especial?"
"Não de um jeito sério. Não tenho tempo para um relacionamento agora. O novo restaurante dá trabalho."
Nico me soltou para destrancar a entrada, em seguida me conduziu pelo pátio interno. Eu já tinha entrado no condomínio dele antes, no dia em que o ajudara com a mudança, mas à noite o lugar parecia diferente. Quieto e estranho demais. Gostaria de saber se ele se sentia sozinho sem o restaurante de nós. Pensar naquilo me deixou triste.
"Queria que você tivesse alguém para cuidar de você", comentei.
"Olha quem fala", respondeu ele, virando a mesa com habilidade. Nico era bom nisso.
Subimos a escada externa até o apartamento. Lá dentro, vi que meu irmão não havia feito muita coisa desde que se mudara. O lugar era o típico lar de um homem solteiro, a decoração esparsa mais preocupada com conforto do que com estética.
A Tv de tela plana sobressaía-se na sala, onde havia um sofá preto de couro e uma poltrona, além de uma mesa de centro e uma de canto com uma lata de refrigerante aberta em cima. As únicas luzes a invadir o ambiente vinham da cozinha americana e do quarto, cuja porta estava entreaberta, tentando corajosamente compensar a falta de abajures.
"Então quer dizer que a Emma voltou", disse ele, observando enquanto eu me deixava cair no sofá. " Vincent me deve seis dólares."
"Não brinca?" Eu teria jogado uma almofada em Nico, se ele tivesse uma. "Você está apostando em Emma?
"Estou apostando em você." Meu irmão se sentou na poltrona e pousou minha bolsa a seus pés. "Emma era louca por você, o que significava que ou ia querer casar ou ia fugir apavorada. Sempre achei que ela ia fugir e depois voltar atrás, quando o medo tivesse passado. Ela não é homem, não é burra ( Me desculpe se tiver algum homem lendo isso aqui ahah nada contra vocês). A pergunta é: demorou demais? Imagino que não, ou você não estaria aqui."
"Talvez eu só quisesse ver você", argumentei. "Sei lá por quê."
"Pode ser", respondeu ele num tom que me dizia que não acreditava em mim. "Ainda está apaixonada por ela?"
Joguei a cabeça para trás, no encosto do sofá, e fechei os olhos cansados. "Sim. Perdidamente."
"E ela?"
"Está confusa."
"Precisa que eu dê um chega pra lá nessa sujeita? Para acabar com essa com essa confusão?"
Ri baixinho. "Estava com saudades."
Acordamos depois do meio-dia e saímos para comer, então ficamos jogando videogame no sofá até meus polegares doerem. Eu havia deixado o celular na bolsa, desligado, e estava reprimindo o impulso de ligá-lo. Tinha escrito um bilhete para Angelo e Vincent avisando onde estaria. Com Cristina fora de alcance no fim de semana, ninguém mais ia me procurar até segunda-feira.
Quando chegou a hora de Nico sair para o restaurante, levantei do sofá com ele.
"Precisa de ajuda com o Mill's?", perguntei.
Ele abriu um sorriso. "Claro. Tenho uma camiseta sobrando em algum lugar aqui".
Às sete da noite, eu estava trabalhando na filial e recordando o quanto adorav botar a mão na massa. Não seria capaz de fazer isso sempre, como meus irmãos, mas me lembrei de que ajudar uma vez ou outra fazia bem ao espiríto. De calças jeans, com uma camisete preta do Mill's e o cabelo preso num rabo de cavalo, era praticamente como se eu estivesse de volta aos tempos de colégio. Não conhecia nenhum dos fregueses, mas eles logo notaram minha relação com Nico, em grande parte por causa da implicância divertida qie havia entre nós.
De braços cruzados junto ao bar, eu me debrucei, provocando-o: "Cadê os bellini que eu pedi? Vamos lá, Mills. Que lerdeza. Estou esperando".
"Você ouviu isso?", Nico perguntou a uma ruiva bonita sentada diante dele. "Ela está querendo apressar uma obra de arte."
Notei os pelos da nuca se arrepiarem um instante antes de sentir a mão de alguém tocar meu quadril. Virei a cabeça...
E vi Emma.
Pisquei confusa, então a encarei, embevecendo-me com a visão dela de calça jeans e uma camiseta Mill's de tempos atrás, antes de atualizarmos a marca. Mexeu comigo que ela tivesse guardado o presente. E usado, a julgar por como a camiseta estava gasta.
"Emma. O que está fazendo aqui?"
"O que você acha?" Ela ssoriu.
Merda. Aquela covinha me levava à loucura.
Virei para ela, escorando-me contra o balcão do bar e enganchando o sapato na barra de ferro para apoiar os pés. Era uma pose deliberadamente provocante, e tive exatamente a reação que estava esperando.
Emma correu os olhos escuros por mim da cabeça aos pés e de volta à cabeça, demorando-se em minha boca. "Jante comigo."
"Tudo bem."
Ela ergueu as sobrancelhas, espantada com resposta rápida.
"Aqui, seu pedido", disse Nico, atrás de mim.
Virei-me para ele bem a tempo de vê-lo cumprimentar Emma com um movimento do queixo e um aperto de mão.
"Swan", disse Nico. "Estava falando com Regina sobre eu ter que te dar um chega pra lá."
Emma abriu um sorriso. "É bom ver você também, Nico."
Nico ergueu o indicador num gesto de alerta e afastou-se para o outro lado do bar.
Enquanto transferia as três taças de Bellini para minha bandeija, senti as mãos de Emma pousando de leve em minha cintura, numa manobra indiscutivelmente possessiva. Seus lábios se aproximaram da minha nuca, tocando-a superficialmente. "Senti saudades", ela murmurou.
Minha mão tremeu ligeiramente ao pousar a última taça. "Não brinque comigo, Emma. Não tem graça."
"Você também sentiu."
"É, senti. Chega pra lá." Ergui a bandeja e segui em direção à mesa que estava esperando o pedido. "Vem", chamei por cima do ombro.
Coloquei as bebidas na mesa, dando um sorriso para as três amigas que tinham tirado a noite para se divertir. Elas observaram Emma, tinha se escorado de braços cruzados em outra mesa, o olhar fixo em mim à medida que me inclinava para entregar as taças.
"Está em treinamento?", perguntou a morena, escancarando um sorriso para Emma.
"Tentei ensinar umas coisinhas a ela", brinquei. "Mas não deu certo."
"Implorei para ela tentar de novo", Emma disse, piscando para elas. Aquilo eriçou todas as mulheres...inclusive eu.
"Dê outra chance a ela", encorajou-me a loura. "Ela está tentando!"
Eu me afastei, e elas continuaram rindo e conversando com Emma, que permaneceu junto à mesa enquanto eu deixava a bandeja vazia no bar.
"Tudo bem?", Perguntou Nico.
"Tudo." Endireitei os ombros e escolhi uma linha de ação. Emma e eu poderíamos passar dias naquela dança se eu deixasse. Mas me faltava paciência para isso. "Vou dar um pulo lá fora."
Meu irmão assentiu e apertou minha mão. "Faça essa babaca comer o pão que o diabo amassou."
"Obrigada." Girei o corpo e quase atropelei Emma, que chegara pelas minhas costas. "Está hospedada em algum lugar?"
O leve ar de divertimento em sua expressão dissolveu-se em algo mais sombrio. Mais quente. "Estou."
"Vou pegar minha bolsa."
Emma me segurou pelo cotovelo antes que eu me afastasse. "Regis."
Eu a fitei, deixando-a me examinar.
Ela acariciou minha pele com o polegar. "Não tem pressa."
"Faz três dias que você está me seguindo por três estados diferentes. E agora vai dar para trás? Sério?"
Um sorriso lento se abriu em seus lábios. "Tem razão. Vou pegar o carro."
Emma abriu um sorriso. "É bom ver você também, Nico."
Nico ergueu o indicador num gesto de alerta e afastou-se para o outro lado do bar.
Enquanto transferia as três taças de Bellini para minha bandeija, senti as mãos de Emma pousando de leve em minha cintura, numa manobra indiscutivelmente possessiva. Seus lábios se aproximaram da minha nuca, tocando-a superficialmente. "Senti saudades", ela murmurou.
Minha mão tremeu ligeiramente ao pousar a última taça. "Não brinque comigo, Emma. Não tem graça."
"Você também sentiu."
"É, senti. Chega pra lá." Ergui a bandeja e segui em direção à mesa que estava esperando o pedido. "Vem", chamei por cima do ombro.
Coloquei as bebidas na mesa, dando um sorriso para as três amigas que tinham tirado a noite para se divertir. Elas observaram Emma, tinha se escorado de braços cruzados em outra mesa, o olhar fixo em mim à medida que me inclinava para entregar as taças.
"Está em treinamento?", perguntou a morena, escancarando um sorriso para Emma.
"Tentei ensinar umas coisinhas a ela", brinquei. "Mas não deu certo."
"Implorei para ela tentar de novo", Emma disse, piscando para elas. Aquilo eriçou todas as mulheres...inclusive eu.
"Dê outra chance a ela", encorajou-me a loura. "Ela está tentando!"
Eu me afastei, e elas continuaram rindo e conversando com Emma, que permaneceu junto à mesa enquanto eu deixava a bandeja vazia no bar.
"Tudo bem?", Perguntou Nico.
"Tudo." Endireitei os ombros e escolhi uma linha de ação. Emma e eu poderíamos passar dias naquela dança se eu deixasse. Mas me faltava paciência para isso. "Vou dar um pulo lá fora."
Meu irmão assentiu e apertou minha mão. "Faça essa babaca comer o pão que o diabo amassou."
"Obrigada." Girei o corpo e quase atropelei Emma, que chegara pelas minhas costas. "Está hospedada em algum lugar?"
O leve ar de divertimento em sua expressão dissolveu-se em algo mais sombrio. Mais quente. "Estou."
"Vou pegar minha bolsa."
Emma me segurou pelo cotovelo antes que eu me afastasse. "Regis."
Eu a fitei, deixando-a me examinar.
Ela acariciou minha pele com o polegar. "Não tem pressa."
"Faz três dias que você está me seguindo por três estados diferentes. E agora vai dar para trás? Sério?"
Um sorriso lento se abriu em seus lábios. "Tem razão. Vou pegar o carro."