Olha gente, Lana autografou em Peça- me hahaha <3
Não tocamos mais no assunto “casamento”. Fico mais tranquila. Apesar do amor que sentimos uma pela outra, temos personalidades muito fortes e nossas brigas nos assustam. Nos desestabilizam. Emma me conta que Amanda voltou para Londres. Quanto mais longe estiver de mim, melhor.
Eu e Simona continuamos gostando de acompanhar Loucura esmeralda. Estou completamente viciada na novela. Quando fica sabendo disso, Emma ri de mim. Não consegue acreditar que me interesso tanto por algo assim. Para ser sincera, nem eu. Mas preciso admitir que estou torcendo para que Luis Alfredo Quiñones dê o troco em Carlos Alfonso Halcones de San Juan, e que Esmeralda Mendoza recupere seu bebê, se case com seu amor e seja feliz para sempre. Ai, vou morrer do coração!
Uma tarde, quando Emma chega em casa, estou mexendo na minha moto. Ao ouvir o carro, jogo o plástico azul por cima e saio da garagem. Lavo as mãos e corro para o quarto. Ela não desconfia de nada. A moto fica bem escondida e, apesar de eu respirar aliviada, cada dia é mais difícil guardar esse segredo. Minha consciência está pesada. Fico aflita, mas não sei como contar a ela.
No sábado, eu e Emma decidimos ir à festinha no Natch. Finalmente vou conhecer essa famosa casa de suingue. Assim que entramos, Emma me apresenta a Heidi e Luigi. Maura e Jane vem ficar conosco e, pouco depois, Helena chega com uma amiga. Batemos papo e bebemos, quando vejo Laura aparecer. Me cumprimenta e diz no meu ouvido:
— Deusa, você está deslumbrante! Adoraria te ver sendo possuída por duas melheres. Meu estômago se contrai. Emma sorri ao imaginar o que sua amiga me cochichou.
Várias bebidas depois, e o lugar já está lotado. Todos dão a impressão de se conhecer e conversam de forma animada. Proibi Emma de mencionar que sou espanhola. Não aguento mais aquele papo de “olé, paella, toureiro”. Sorridente, Emma me chama para dançar. Topo imediatamente. Entramos num quarto escuro com uma luz violeta fraquinha.
— Não vou te soltar, fica tranquila.
Ao fundo está tocando Cry me a river na voz de Michael Bublé. Emma me beija e adoro estarmos assim pertinho. Dançamos quase no escuro. Noto sua excitação entre minhas pernas e pelo jeito como beija meu pescoço. De repente sinto mãos atrás de mim. Alguém toca na minha cintura. Não vejo o rosto da pessoa. Mas rapidamente descubro quem é, quando escuto bem perto do ouvido:
— Está tocando nossa música, linda.
Sorrio. É Helena. Dançamos no ritmo da canção, como fizemos naquele dia em sua casa, enquanto deixo suas mãos deslizarem por todo o meu corpo. Sexy. A música é sensual, excitante, e minhas duas mulheres me deixam louca. Emma me beija e de forma possessiva mete a mão por baixo do meu vestido, chega até minha calcinha e arranca de uma só vez. Sorrio, ainda mais quando ela sussurra na minha boca:
— Aqui você não precisa disso.
Uau! Me sinto sensual.
Caliente.
Nesse momento, Helena me vira e meus seios ficam à sua disposição. Passa a boca pelo decote do vestido e morde os mamilos por cima do tecido. Estão arrepiados. Ela que deixou assim. Depois beija meu pescoço, minhas bochechas e meu nariz. Quando chega aos cantos da minha boca, ela para. Não ultrapassa o limite que Emma estabeleceu. Enquanto isso, meu amor levanta meu vestido e me toca na bunda. Me aperta contra ela. Excitada, Helena faz a mesma coisa. Emma me vira novamente, e agora é Helena quem aperta minha bunda.
Calor... estou morrendo de calor.
O quarto escuro começa a encher. E agora a voz de Mariah Carey cantando My all toma conta do ambiente. Helena retira suas mãos, enquanto Emma continua mordendo meus lábios. Escuto gemidos à nossa volta. Imagino o que as pessoas estão fazendo e fico mais excitada ainda. Minha Icewoman, meu amor, minha mulher, sussurra:
— Você é muito gostosa, querida. Estou tão molhada excitada que acho que vou te comer aqui mesmo.
Sorrio e, sem ver quase nada por causa da escuridão, confirmo:
— Sou tua. Pode fazer o que quiser comigo.
Escuto sua risada na minha orelha.
— Cuidado, Regina. Ouvir você dizer uma coisa dessas é um perigo. Já percebi que o sexo, a loucura e as brincadeiras te atraem tanto quanto a mim, ou até mais, né?
Confirmo com um gesto. Ela tem razão.
— Hoje estou com muita vontade.
— Bom saber. Eu também — consigo dizer, respirando com dificuldade.
— Você é minha fantasia, senhorita Mills. Minha louca fantasia.
Superexcitada pelo que ela diz, agarro sua bunda, a aperto contra mim fazendo o dildo roçar entre minhas pernas.
— Adoro ser sua fantasia. O que você quer experimentar hoje comigo?
Sinto seu "pênis" duro e enorme em meu ventre. Ela me beija e em seguida diz, enquanto dançamos:
— Quero fazer de tudo. Está disposta? — Concordo com a cabeça e ela murmura, me deixando cada vez mais excitada: — Quero te ver com outra. Vou ficar assistindo. Vou te observar. E, quando seus gemidos me deixarem completamente louca, vou te comer e depois mais outras duas te comerem, enquanto eu olho e fodo a mulher. O que acha?
Respiro ofegante... e fecho os olhos.
Estou ficando molhada. Quando vou responder, sinto alguém passando as mãos pela cintura de Emma. São macias e bem cuidadas. Uma mulher. Toco nelas e percebo um anel grande que parece uma margarida.
Será essa a mulher com quem Emma pretende me ver hoje?
No escuro, deixo a desconhecida passar a mão no corpo do meu amor enquanto ela me beija. Emma fica excitada ao ter duas mulheres em volta dela. Seu prazer é meu prazer, e usufruo quando a mulher toca seu sexo. Pego sua mão e intencificoo toque. Nós duas a tocamos e Emma respira ofegante.
Ficamos assim por um bom tempo. Mas meu amor não se vira em momento algum. Permite que ela a toque, mas se delicia devorando minha boca e apertando minha bunda. Dedica-se apenas a mim. Quando a música termina, nos esquecemos da mulher, saímos do quarto escuro e entramos numa sala diferente da primeira.
Vejo Helena com sua acompanhante e sorrio ao perceber como ela e Laura a fazem rir, enquanto as duas tocam em seus seios. Emma me leva até o balcão do bar. Dou uma olhada ao redor e não vejo nem Jane nem Maura. Pedimos uma bebida. Minha boca está seca. Emma me olha com doçura. Passa seus dedos pelo meu rosto e consigo ler seus lábios dizendo “te amo”. Depois traz um banquinho para perto dela e eu me sento.
Segundos mais tarde, várias pessoas se aproximam. Emma me apresenta a todos. Um deles, ao me escutar falar, percebe que sou espanhola e diz “olé!”. Mas que saco!
Num dado momento, uma das mulheres sorri em reação a um comentário de Emma, e meu amor me ordena:
— Abre as pernas, Regi.
Faço o que ela manda. A desconhecida toca minhas pernas. Passa a mão pelas minhas coxas até chegar à minha vagina, onde coloca a palma e sussurra:
— Adoro as depiladas.
Emma toma um gole da bebida e acrescenta:
— Está totalmente depilada.
A mulher passa a língua pela minha boca, sorri e, com a outra mão num dos meus seios, toca neles por cima do vestido e murmura enquanto os apalpa:
— Nós duas vamos nos divertir à beça. A excitação me domina. — Gosto muito... muito... das mulheres. E gostei de você — insiste ela.
Abro as pernas ainda mais e a mulher enfia um dedo em mim sem se importar com a sala cheia de gente. Levanto o queixo. Me inclino para a frente no banquinho e Emma diz no meu ouvido:
— Essa é a mulher que vai brincar contigo, que tal?
Dou uma olhada nela e concordo. Ela tira a mão do meio das minhas pernas, chupa o dedo que estava dentro de mim e sorri. Sorrio de volta e escuto quando diz a minha loira:
— Esperamos vocês no quarto escuro.
Sem dizer nada, a mulher se afasta. Emma olha para mim e pergunta:
— Tá a fim de brincar?
Digo que sim. Estou tão excitada que meus lábios tremem quando abro um sorriso. Caminhamos de mãos dadas.
Atravessamos uma porta, passamos por um corredor e vejo Maura e Jane na cama de um quarto aberto. Maura não me vê, está totalmente entregue, deliciando-se entre as pernas de uma mulher, que faz o mesmo em Jane enquanto outra Mulher come Maura.
Excitante.
Eu e Emma olhamos para elas, depois continuamos nosso caminho. Ela abre uma porta e entramos num quarto. Não consigo ver nada, e meu amor diz:
— Não se mexe.
Instantes depois, o lugar ganha uma tênue iluminação lilás ao se projetar um filme pornô numa das paredes. Curiosa, olho ao redor. Há uma cama redonda, um sofá, uma espécie de bancada e uma divisória com um chuveiro. Emma me abraça. Beija e chupa minha orelha, enquanto assistimos às imagens calientes na parede. Cinco minutos depois, a porta se abre. Surge a mulher que me tocou antes. Agora está nua e com um vibrador duplo nas mãos. Entra e diz:
— Podem vir.
Emma acena com a cabeça. Não sei quem irá além de nós duas, mas não me importo. Minha respiração entrecortada demonstra o quanto estou excitada quando Emma senta na cama.
— Diana, tira a roupa da minha mulher — diz.
Não me mexo.
Me deixo levar.
Os olhos do meu amor ficam embaçados de tanto desejo, enquanto a mulher desabotoa meu vestido. As mãos dela deslizam por todo o meu corpo. Emma nos observa. Meu vestido cai no chão e fico apenas com a cinta-liga, os sapatos de salto e o sutiã. A calcinha, Emma já tinha arrancado minutos atrás.
A mulher me toca. Passa as mãos pelo meu corpo e pede que eu me sente na bancada. Emma se ergue, me pega nos braços e me levanta. Me coloca na bancada e separa minhas coxas. A boca da mulher vai direto à minha vagina e ela mete a língua dentro de mim de forma brusca.
Exige. Exige muito enquanto me abre com as mãos e me devora.
Emma nos observa. Olho para ela, solto gemidos e a vejo se despindo. Toca sua vagina molhada e grito de prazer pelo que a mulher faz comigo. Acaba de enfiar um dos lados do vibrador. Que calor!
Ela o movimenta com prática enquanto sua boca brinca com meu clitóris. Fecho os olhos e fico só me deliciando com o momento... Me abro para ela e mexo os quadris em busca de mais. A mulher sabe o que faz e eu estou adorando.
Abro os olhos. Emma está só assistindo. De repente, a mulher sobe na bancada e, sem tirar o objeto de dentro de mim, introduz nela a outra ponta. Com habilidade e técnica se deita sobre mim, me segura pelos quadris e começa a me comer. O vibrador duplo entra em mim e nela ao mesmo tempo, e nossos gemidos seguem um mesmo compasso. Seu ritmo se intensifica enquanto minha excitação cresce mais e mais. Ela me possui, domina meu corpo, ao mesmo tempo que eu domino o seu. Até que nós duas nos contorcemos em espasmos e nossos orgasmos nos fazem gritar.
Olho para meu amor. Ela não se move. Com desenvoltura, Diana retira o vibrador de dentro de nós duas, desce da bancada e diz, abrindo totalmente minhas pernas:
— Goza pra mim... goza.
Ela me lambe com sua boca ansiosa. Quer meu orgasmo. Me chupa com destreza e enlouqueço novamente. Emma se aproxima. Estendo a mão e ela a beija enquanto a mulher saboreia meu corpo.
Me sinto uma boneca em seus braços quando meu amor me agarra e me desce da bancada. O dildo grande e duro encosta nas minhas pernas e eu sorrio. Me deita na cama e senta-se ao meu lado, enquanto a mulher se acomoda no outro. Os dois me tocam. Quatro mãos percorrem meu corpo e eu não consigo segurar meus gemidos. A porta se abre e entra uma mulher nua. Assiste aos nossos joguinhos enquanto observo a luxúria crescente em seus olhos com o que ela presencia.
Paramos. O recém-chegado se apresenta como Lena. Emma se agacha e pergunta:
— Gostou da Diana?
— Gostei... — sussurro. Sorri. Me beija e, quando abandona minha boca, pergunto extasiada:
— Posso te pedir uma coisa?
Meu amor afasta o cabelo da minha testa e responde que sim.
— O que você quiser.
Cheia de tesão, me levanto da cama. Faço Emma deitar-se e, sentando-me sobre ela, murmuro:
— Quero que Lena te masturbe.
Lena topa na hora. Minha alemã não diz nada. Apenas me olha, deitada na cama. Pela sua cara, sei que não gostou muito do que eu disse. Então sussurro antes de beijá-la:
— Sou sua mulher, não sou? — Emma faz que sim. — E você é minha mulher, né?
Ela volta a confirmar com a cabeça. Dou-lhe um beijo cheio de sensualidade.
— Entregue-se a mim e às minhas fantasias, querida. Ela só vai te masturbar. Prometo.
Emma fecha os olhos e pensa na minha proposta. Em seguida balança a cabeça afirmativamente. Eu a beijo outra vez. Sei o que isso representa para ela e me agrada.
Me sento a seu lado, acaricio seus mamilos e murmuro:
— Lena, dê prazer a minha mulher.
Sem hesitar, Lena se ajoelha na cama, segura o quadril de Emma e a puxa. Massageia seu sexo habilmente. Move os dedos para cima e para baixo, e Emma fecha os olhos. A mulher vem para perto de mim e toca meus seios. Ela se sente atraída por mim e isso fica bem claro. Ao mesmo tempo, Lena continua masturbando meu amor. Toca-a, puxa-a, até que enfia a língua por inteira em sua vagina. Emma arqueia as costas. Geme. Excitada com essa cena, me aproximo de seus lábios.
— Abre as pernas, querida.
Me obedece. Lena se acomoda entre as pernas de Emma para lamber, chupar e estimular a mulher que amo. Indico à mulher que chupe os mamilos dela. Ela faz o que peço e eu me delicio por estar no controle da situação. Gosto de dar ordens, assim como gosto de receber. Com a boca ocupada, Lena passa suas mãos pela bunda do meu amor. Emma a contrai. Está curtindo as carícias. Fecha os olhos e eu exijo:
— Olha pra mim.
Ela fixa em mim seu olhar esverdeado e percebo que ela está arrepiada com o que Lena está fazendo. Emma se contorce, estimulada pelo prazer selvagem que a mulher lhe proporciona. De repente, vejo que uma das mãos dela está na cabeça de Lena e com ela Emma a empurra para fazê-la descer mais em seu sexo. Quer mais. Eu sorrio. Meu amor geme e, louca de desejo, faço Lena parar, e sento sobre Emma.
Ela segura meus quadris e me aperta contra si em busca de seu orgasmo, enquanto Lena e a mulher observam. Quando minha alemã solta um gemido escandaloso, me aperto contra ela e então, só então, ela se permite gozar.
Estatelada sobre ela, eu a abraço e lhe dou um beijo. Depois pergunto:
— Tudo bem, querida?
Emma me olha e murmura:
— Sim, amor. Você finalmente conseguiu o que queria.
Seu comentário me faz rir. De repente a porta se abre. Laura entra com uma mulher nua. Emma se levanta e se mete no chuveiro enquanto eu continuo sentada na cama. A mulher que está ao meu lado não consegue resistir e começa a me tocar. A mexicana sorri, chega mais perto e me mostra a correntinha dos mamilos. Sem que ela precise pedir, aproximo meus seios e ela os belisca com as pinças. Puxa a corrente e murmura:
— Deusa... me dê prazer.
Emma volta e se acomoda numa poltrona. Sei que ela está a fim de assistir. A mulher ao meu lado me sussurra dizendo que quer me chupar de novo. Aceito na hora. Deitada na cama, abro minhas pernas e guio sua cabeça até lá. Com decisão, agarro seu cabelo enquanto ela me chupa, e sou eu quem marca a intensidade dos movimentos. Ela segura a corrente que está presa entre meus seios e, cada vez que puxa meu clitóris com os lábios, puxa a corrente também. Eu grito.
Somos o espetáculo caliente de quatro mulheres. Gosto de desempenhar esse papel. A respiração de Laura está entrecortada, e Emma me devora com o olhar. As mulheres curtem o que veem entre nós duas, e eu adoro estar sendo observada.
Quando chego ao orgasmo e me contorço toda, a mulher volta a me chupar com avidez. Deseja o meu gozo. Eu deixo que ela tome tudo o que quiser. É maravilhoso o jeito como me chupa. Emma a chama, afasta-a de mim e lhe pede que monte nela. Como uma deusa todo-poderosa, minha dona me olha. Eu olho de volta e a ouço dizer:
— Quero vê-las te comendo.
Dou uma olhada nas duas mulheres que me observam. As duas sobem na cama e começam a me tocar enquanto Emma se deixa levar pela outra mulher.
Laura se aproxima de mim, segura a corrente, puxa até esticar meus mamilos o máximo que dá, depois sussurra enquanto a retira:
— ... deixa eu fazer sua bunda ficar vermelha.
Me viro e ofereço minha bunda. Ela a beija e dá seis tapas. Três em cada lado. Aproxima o rosto e, ao sentir o calor do meu traseiro, murmura:
— Agora sim, deusa... agora sim você está preparada.
Lena me joga na cama. Deita em cima de mim e chupa meus mamilos doloridos. Por incrível que pareça, apesar da dor, o formigamento que sinto com suas lambidas me dá prazer. A voracidade de Lena em seus movimentos me deixa muito excitada. Depois ela me coloca em cima dela, bem posicionada em seu dildo. Eu me deixo conduzir.
— Oferece teus seios a ela — pede Emma.
Me agacho sobre Lena e roço meus peitos na sua boca. Ela chupa, lambe e os endurece, enquanto a outra mulher toca na minha cintura e morde minhas costas com suavidade. Ficamos assim durante alguns minutos, até que Lena me penetra, diante do olhar atento do meu amor. Ela me segura com força e eu não ofereço resistência. Solto gemidos. Agarrado à minha cintura, me move para a frente e para trás e seu dildo entra em mim sem piedade. Estou curtindo. Fico quase sem ar de tanto tesão, e Emma não tira os olhos de mim.
De repente, sinto a outra mulher me dando um tapa, abrindo minha bunda e passando lubrificante lá dentro. Mete um dedo no meu ânus e começa a movê-lo enquanto Lena me penetra sem parar. Emma se levanta. Sobe na cama, aproxima-se de mim e murmura:
— Está preparada, querida?
Queimando de tesão, confirmo com a cabeça e então a desconhecida põe o dildo no meu ânus e entra completamente em mim. Começo a arfar ao sentir que estão me comendo na frente do meu amor. Meu ânus está dilatado. Não sinto dor. Só prazer. As mulheres entram e saem de mim várias vezes. Uma delícia! Diana deita na cama, segura o "pênis" de Emma e o mete na boca, chupando e saboreando.
— Assim, querida... assim... — murmura Emma, extasiada pelo que vê, até que solta um grito agudo e goza junto com Diana.
As desconhecidas continuam me penetrando e meu corpo está super-receptivo. Laura pede para Lena morder meus mamilos e para a mulher que está atrás me dar um tapa. Elas obedecem e continuam me comendo. Uma vez, depois outra e mais uma... até que eu acabo gozando e elas também.
Emma me beija em seguida. Faz as Mulheres saírem de mim, me pega pela cintura e me leva em seus braços até o chuveiro. A água cai sobre nossos corpos e não falamos nada. Minha vagina e meu ânus ainda estão latejando. Tudo foi tão louco e excitante que mal consigo dizer alguma coisa. Minha Icewoman passa a mão pelo meu rosto e murmura:
— Tudo bem, amor?
Faço que sim com a cabeça e sorrio. Foi indescritível.
Nossas bocas se encontram e se devoram. Emma já recuperou a energia e agora me penetra com fúria. Precisa de mim. Me pega nos braços e, sob os jatos d’água, me possui. Imprensada contra a parede, meu amor entra e sai de mim enquanto minhas pernas entrelaçam sua cintura. Sussurramos palavras picantes e com isso aumentamos nosso desejo. Depois palavras sacanas, olhando nos olhos uma da outra para enlouquecermos mais ainda. E, quando nossos orgasmos nos fazem gritar e continuamos apoiados na parede, Emma diz no meu ouvido:
— Assim você me mata, pequena...
Sorrio. Me mexo e Emma me coloca no chão. A água continua escorrendo pelos nossos corpos. Um pouco depois, quando saímos do chuveiro, dou uma olhada nas outras pessoas que estão no quarto. Ao ver que agora a mulher é quem está na cama com as duas outras e Laura a toca enlouquecida, pergunto:
— É sempre assim?
Emma atrai meu corpo para mais perto do seu, murmura:
— Sempre. As pessoas realizam seus desejos. São fantasias. Não se esqueça disso.
Dez minutos mais tarde, Emma e eu já estamos vestidas e voltamos à segunda sala onde estivemos. Ela me beija, faz carinho em mim e curto sua companhia. Somos felizes. Estamos superenvolvidas. Que mais eu posso querer?
Bebemos umas cubas-libres e logo minha bexiga está quase explodindo. Preciso ir ao banheiro. Ela me diz onde fica e vou até lá. Assim que entro, vejo duas mulheres se beijando. Elas me olham, eu olho e sorrio. Me enfio numa cabine e suspiro aliviada enquanto faço xixi. Ouço mais gente entrando. Risadas. Umas mulheres cochicham e escuto:
— Na sexta tenho um jantar com Ruth Grüher e os pais dela. Finalmente consegui o que queria. Ela vai me pedir em casamento.
Gritinhos de satisfação. Eu rio. E outra voz diz:
— Onde você marcou com eles?
— Às sete na Trattoria de Vicenzo. Um lugar perfeito, né?
— Maravilhoso.
— E seleto.
— E caríssimo.
Novas risadas.
— Mas, cá entre nós, eu achava que a Ruth não fazia muito o seu tipo. Você curte as mais novinhas.
— Pois é, querida, mas o dinheiro dela faz meu tipo, sim. — As duas riem e eu solto o ar bufando. Que filha da mãe! — Convenhamos que não é uma mulher que me deixa louca na cama. Também, na idade dela, esperar o quê? Mas resolvi isso com o primo dela, Alfred, e com meus próprios amigos. No fim das contas, fica tudo em família, né?
— Ai, Betta! Você é terrível.
Betta?! Ela disse “Betta”? Meu coração começa a palpitar quando ouço:
— Olha quem fala! Como se você fosse uma santa vindo aqui fazer sacanagem sem teu marido. Se Stephen ficasse sabendo, ia te dar o troco.
A risada me confirma que é ela. Betta! Sua risada de porca é inconfundível. Abaixo o vestido, já que estou sem calcinha, pois Emma a arrancou, e abro a porta da cabine. As mulheres me olham e percebo que Betta nem se surpreende de me ver. Pela sua expressão, imagino que ela já soubesse que eu estava no local. E, antes que eu possa fazer alguma coisa, ela me dá um empurrão que me lança contra a parede. Mas eu sou rápida, seguro seu vestido e a puxo. Cai de bruços no chão. Sua amiga começa a berrar e sai em busca de ajuda. As duas mulheres que se beijavam saem correndo. Nos deixam sozinhas.
Chego mais perto e olho para sua mão. Vejo um anel em forma de margarida e grito furiosa:
— Você tocou nela, sua piranha desgraçada. Tocou em Emma?
Sorri com malícia.
— Vocês duas pareciam estar gostando, não?
Seu comentário me deixa sem palavras. Vou esganar essa mulher! Dou-lhe uma bela de uma bofetada e depois mais uma, diante do olhar horrorizado de uma mulher que entra no banheiro bem nessa hora. Betta se levanta do chão e vou atrás dela. É mais alta que eu, mas sou muito mais ágil e rápida. E, quando vai escapar, eu a jogo contra a parede e, imprensando-a, vocifero:
— Como você se atreve a tocá-la? Ela não responde. Apenas ri. E continuo: — Eu te disse que não queria te ver perto dela.
— Não estou nem aí pro que você diz.
Ai, meu Deus, vou matar essa vadia! E, olhando bem nos seus olhos, digo cheia de ódio:
— Eu te disse que, se você me procurasse, me encontraria, sua vagabunda!
Betta grita e se assusta quando torço seu braço. De repente, Emma me segura, me separa dela e grita:
— Pelo amor de Deus, Regina! O que você está fazendo?
Com as feições contraídas e um olhar de reprovação, ela range os dentes.
— Sua namorada é uma assassina.
— Vagabunda! — grito transtornada.
— Me viu e partiu pra cima de mim.
— Você é uma sem-vergonha. Me agrediu primeiro.
— Mentirosa! — E, olhando para Emma, murmura: — Querida, não acredita nela, não. Eu estava no banheiro, ela chegou e...
— Cala a boca, Betta! — diz Emma, enfurecida.
— Querida?! Você a chamou de “querida”? — berro, desvencilhando-me dos braços de Emma. — Não a chame assim, sua cadela!
Emma volta a me segurar. Estou uma fera. Ela me olha e diz:
— Não entra no jogo dela, amor. Olha pra mim, Regina. Olha pra mim.
Mas, disposta a arrancar os olhos dessa mulher que me encara com deboche, eu grito:
— Como você teve coragem de tocar na gente? Como teve a cara de pau de se aproximar dela? De nós?
— Este é um lugar público, lindinha. Não é exclusivo de vocês duas.
— Chega, Betta! — grita Emma, sem entender do que estamos falando.
Eu mato! Eu mato!
Emma, furiosa, tenta me acalmar. Não presta atenção em Betta, não se importa com ela, apenas comigo. Até que ela grita:
— Já é a segunda vez que ela me agride em Munique. O que sua namorada tem, hein? É um bicho?
Emma se espanta:
— Segunda vez?
Não respondo. Solto o ar bufando, e ela insiste:
— É. Na loja da Anita. Sua irmã Marta estava lá e também me agrediu. Elas me provocaram e me bateram e...
— Você fez isso? — Emma me pergunta.
Envergonhada ao reconhecer o que fiz e ao perceber o olhar irado dela, respondo:
— Fiz. Ela estava merecendo. Foi por causa dela que eu e você terminamos e...
Emma me solta e leva as mãos à cabeça.
— Pelo amor de Deus, Regina! Somos adultas. Como passou pela sua cabeça fazer uma coisa dessas?
Assustada com a reação de Emma, olho para ela e rosno:
— Quem me sacaneia tem que levar o troco. E essa vadia me sacaneou.
Sabendo da confusão, Maura entra no banheiro. Ao ver Betta, nem pensa duas vezes. Vai logo partindo para cima e lhe dando um tapa.
— Sua vagabunda! O que está fazendo aqui? — grita.
Betta olha ao redor. Ninguém a defende. Todo mundo conhece sua história com Emma, e ela nos ameaça gritando:
— Vou chamar a polícia e denunciar vocês duas.
— Pode chamar — gritamos em coro Maura e eu.
A idiota pega seu celular de última geração, tenta ligar, mas logo resmunga frustrada:
— Por que aqui não tem sinal?
Eu e Maura rimos. E logo digo debochada:
— Sai do bar. Com certeza lá fora tem sinal. Vai, chama a polícia. Será ótimo que seus futuros sogros e seu maridinho fiquem sabendo onde você estava.
Jane chega, segura sua mulher e a repreende pela gritaria. Maura protesta e sai do banheiro irritada. Não suporta Betta. Helena, que até o momento estava apoiada no batente da porta, fala ao ver a amiga tão aborrecida:
— Acabou, gente. Vamos voltar pra festa.
Emma sai do banheiro sem falar comigo. Betta sorri. E eu, incapaz de controlar meu instinto, dou-lhe um empurrão que a lança contra a bancada das pias.
— Juro pelo meu pai que isso não vai ficar assim.
Quando saio do banheiro, terrivelmente irritada, Helena me agarra pelo braço, me faz olhar para ela e diz baixinho:
— As coisas não se resolvem assim, linda.
— Do que você está falando? Não quero resolver nada com essa vadia.
E, depois de lhe contar o que ela fez em Madri, ela diz:
— Agora estou entendendo tudo. E mais: estou com vontade de entrar e dar outro tapa nela eu mesma.
Isso me faz rir. Ao ver minha expressão, Helena sorri e me abraça. Nesse momento, Emma chega perto de nós e, com raiva no olhar, avisa:
— Vou pra casa. Você vem comigo ou vai ficar com Helena pra continuarem brincando?
Seu comentário nos deixa surpresas. E eu digo:
— Sua babaca!
— Regina... — diz Emma.
— Regina coisa nenhuma. O que você está querendo insinuar com o que disse?
Emma não responde. Helena, achando graça, me empurra para Emma e diz:
— Parem já com isso, suas bobinhas! Terminem essa discussão em casa na cama de vocês! No carro, ficamos em silêncio.
Nós duas estamos chateadas e eu não entendo por que ela tem que ficar desse jeito. No fim das contas, Betta merecia. E ainda por cima teve a cara de pau de tocar em Emma. De tocar em nós duas. De se aproximar. Uma desgraçada, essa mulher!
No caminho, nossos celulares apitam. Chegaram várias mensagens. Não leio. Nem ela. Não há clima para isso. Com certeza são de Maura e Helena para saber como estamos. Quando chegamos em casa e botamos o carro na garagem, bato a porta com tanta força, que Emma me olha e eu, doida para armar um barraco, grito:
— Que foi?
Emma anda a passos largos na minha direção.
— Podia ser menos bruta e fechar a porta com mais cuidado.
— Não.
Ergue uma sobrancelha e repete:
— Não?!
— Exatamente. Não, não quero ter cuidado! E não quero porque estou muito chateada contigo. Primeiro, por você gritar comigo na frente da idiota da Betta, e segundo pela estupidez que você disse em relação a Helena.
Emma fecha os olhos.
— Por que não me contou aquela história da Betta?
— Porque não achei necessário. É assunto entre mim e ela.
— Entre você e ela?
— É. E, antes que você diga mais alguma coisa, fique sabendo que meu pai me ensinou a...
— O que seu pai tem a ver com essa história? Podemos deixá-lo fora disso?
Indignada com essa fúria de Emma, grito:
— Era só o que faltava... Por que não posso falar no meu pai quando me dá vontade?
— Porque estamos falando de Betta, não dele.
— Você é uma idiota, sabia?
Emma não responde. E, quando não consigo mais segurar o que estou pensando, solto:
— Eu ia dizer que meu pai me ensinou a não me deixar atingir pelas pessoas de mau caráter. Essa imbecil, pra não falar coisa pior, me sacaneou. Foi uma filha da mãe e tentou complicar minha vida. Você quer o quê? Que eu seja toda simpática com ela? Olha só... nem ouse pensar uma coisa dessas. Nem você nem sua garrafa de Moët rosa!
Sem olhar para mim, ela põe a mão na testa.
— Não estou pedindo pra você tratá-la bem. Só quero que não se meta com ela. Afaste-se dela e assim vamos viver em paz.
— E o que você me diz sobre a noite de hoje? Essa... essa... vaca teve a cara de pau de se aproximar da gente no quarto escuro. Ela te tocou. Passou as mãos imundas pelo teu corpo, e eu a incentivei sem me dar conta que era ela. Ela te tocou na minha frente. Voltou a me provocar. De novo ela jogou sujo. Acha mesmo que devo perdoá-la outra vez?
Emma não responde. Fica muito surpresa com o que acaba de escutar.
— Ela foi a mulher que...
— Sim, ela. Essa nojenta. Ela era a mulher do quarto escuro! — grito desesperada.
Eu a ouço xingar. Caminha de um lado ao outro. Ao fim, murmura:
— Já está tarde. Vamos pra cama.
— Vamos porra nenhuma! Estamos conversando. Não importa a hora. Estamos discutindo como duas pessoas adultas e não vou te deixar interromper só porque você não quer mais falar do assunto. Acabei de te contar que essa vagabunda nos enganou de novo. Jogou sujo!
Nervosa, ela vai de um lado para outro na garagem, xingando.
De repente, seu olhar se fixa em algo. Vejo meu capacete amarelo da moto. Ah não! Fecho os olhos e sussurro palavrões. Meu Deus, agora não! Emma caminha até lá e grita ao tirar o plástico azul.
— O que essa moto está fazendo aqui?
Suspiro. A noite vai de mal a pior. Me aproximo dela e respondo:
— É minha moto.
Incrédula, me olha, olha para a moto e rosna:
— É a moto de Hannah. O que está fazendo aqui?
— Sua mãe me deu. Ela sabe que faço motocross e...
— Isso é inacreditável! Inacreditável!
Sabendo bem o que ela pensa, suavizo meu tom de voz.
— Olha, Emma. Hannah gostava do mesmo esporte que eu, e não estou com minha moto aqui e...
— Você não precisa de moto porque aqui você não vai praticar motocross. Eu te proíbo!
Isso me tira do sério. Meu pescoço começa a coçar.
Quem é ela para me proibir alguma coisa? Disposta a comprar essa briga, contesto:
— Você está enganada! Vou continuar praticando motocross. Aqui, lá e onde eu tiver vontade. Ah, e só pra sua informação: fui correr uma vez com seu primo Jurgen e os amigos dele. Aconteceu alguma coisa comigo? Nãããããããããão... mas você, como sempre, é tão dramática.
Seus olhos chispam faíscas de tanta raiva. Não estou fazendo bem a ela. Sei que estou indo longe demais, mas não posso evitar. Sempre falo mais do que devo! Emma me olha. Balança a cabeça num gesto afirmativo. Morde o lábio.
— Você escondeu isso de mim?
— Sim.
— Por quê? Acho que a primeira coisa que prometemos uma a outra quando reatamos foi sinceridade. Não foi, Regina?
Não respondo. Não consigo. Ela tem razão. Foi horrível o que eu fiz! Meu pescoço está coçando. Malditas brotoejas! De repente, a porta da garagem se abre e aparecem Cora e Marta. Cora diz:
— Vocês duas aí, pra que têm celular?
Me surpreendo ao vê-las. Que horas são? Mas Emma grita:
— Mãe, como você pôde dar a moto pra Regina?
A mulher me olha. Eu suspiro.
— Filha, em primeiro lugar, fique calma. Essa moto estava parada lá em casa, e, quando Regina me contou que também praticava motocross, pensei um pouco e decidi dar de presente pra ela.
Emma bufa e grita outra vez:
— Quando vocês vão entender que não é pra se meterem na minha vida? Quando?
— Desculpa, Emma... mas é minha vida! — esclareço ofendida.
Ao ver o estado da irmã, Marta olha para ela e grita na sua direção:
— Número um: não fala assim com a mamãe. Número dois: Regina já está bem crescidinha pra saber o que deve ou não deve fazer. Três: se você quer viver numa redoma de vidro, o problema é seu. Os outros não são obrigados a fazer o mesmo.
— Cala essa boca, Marta! — responde Emma.
Mas sua irmã se aproxima dela e acrescenta:
— Não vou calar. De dentro de casa deu pra ouvir a briga toda de vocês. E tenho que te dizer que é normal Regina não te contar sobre a moto nem sobre outras coisas. Como ela iria contar? Não dá pra falar contigo. Você é a Senhora Mandona. Todo mundo tem que obedecer às suas vontades senão você arma um escândalo. — E, olhando para mim, diz: — Contou a ela sobre mim e a mamãe?
Faço que não com a cabeça. Cora, levando as mãos à boca, sussurra:
— Filha, pelo amor de Deus... fica quieta.
Emma nos olha. Sua expressão é cada vez mais sombria. Por fim tira o sobretudo. Está com calor. Deixa sobre o capô do carro, põe as mãos na cintura e, encarando-me de um jeito ameaçador, pergunta:
— Que história é essa de se me contou sobre elas duas? Que outros segredos você guarda de mim?
— Filha, não grita assim com Regina. Coitadinha.
Não consigo falar nada. Minha língua está colada ao céu da boca, e Marta diz curta e grossa:
— Pra sua informação, eu e mamãe estamos há meses fazendo um curso de paraquedismo. Pronto, falei! Agora já pode se irritar com a gente e gritar. Você faz isso muito bem, irmãozinha.
A cara de Emma é indescritível.
— Paraquedismo? Vocês enlouqueceram?
As duas fazem que não. Em seguida, Simona entra perturbada na garagem:
— Senhora, Flyn está chorando. Quer que a senhora suba.
Emma olha para ela e diz:
— O que Flyn faz acordado a essa hora? — Dá um passo, mas para de repente. Vira-se para a irmã e a mãe e pergunta:
— O que houve? Por que vocês estão aqui a essa hora?
Não dá tempo de elas responderem. Sai em disparada até o quarto de Flyn. Cora vai atrás. Marta olha para mim e, assustada, pergunto:
— O que houve?
Marta suspira.
— Querida, sinto dizer que meu sobrinho caiu do skate e quebrou um braço.
Minhas pernas fraquejam. Não! Não pode ser verdade.
— Quê?!
— Ligamos mil vezes pra vocês, mas ninguém atendeu.
Branca como a parede, olho para Marta.
— Onde a gente estava não havia sinal. Ele está bem?
— Está, mas repete o tempo inteiro que Emma vai ficar bravo contigo.
À medida que entramos na casa, meu coração bate cada vez mais forte. Emma não vai me perdoar por nada disso. Todos os segredos que me afligiam foram revelados ao mesmo tempo. Ela vai se enfezar muito. Sei disso. Eu a conheço. Quando entro no quarto de Flyn, vejo que o garoto está engessado. Ele me olha e, quando vou me aproximar, Emma aparece na minha frente e rosna:
— Como você foi capaz de me desobedecer? Eu te disse que skate não podia.
Estremeço descontroladamente e sussurro com um fio de voz:
— Sinto muito, Emma.
Sua expressão é dura e ela me olha com desprezo.
— Não tenha dúvida, Regina. Você com certeza vai sentir muito.
Fecho os olhos. Eu sabia que isso acabaria acontecendo algum dia, mas nunca pensei que Emma daria essa importância tão exagerada. Estou desorientada e não sei o que dizer. Apenas observo seu olhar frio. Chego perto do menino e dou um beijo em sua testa.
— Você está bem?
Flyn confirma com a cabeça.
— Me desculpa, Regi. Eu estava sem nada pra fazer, peguei o skate e acabei caindo.
Sorrio com carinho e murmuro:
— Sinto muito, meu amor.
O garoto balança a cabeça com cara triste. Emma me pega pelo braço, me tira do quarto junto com sua mãe e sua irmã e diz, fervilhando de raiva:
— Vão dormir. Depois converso com vocês. Eu fico com Flyn.
Nessa noite, quando entro em nosso quarto, não sei o que fazer. Me sento na cama e me desespero. Quero estar com Emma e com Flyn, fazer companhia a eles, mas Emma não deixa.

OMG a Emma tinha que descobrir todos os segredos de uma vez so...espero que elas consigam resolvr isso e que a Emma nao fique muito chateada com a Regina...espero que o Flyn melhore logo...como uma noite que comecou tao bem pode terminar assim
ResponderExcluirQue linda a Lana autografando Peça me o que quiser *---*
ResponderExcluirE pqp linda, agora a coisa vai fica super feia pro lado da Regina, e q filha da mae essa Betta tem q da um tiro nela, enfim beijos, parabens pela maravilhosa fic e ate o proximo
Agora fodeu hein! Já era! A Emma não vai perdoar a Regina por todos esses segredos, principalmente porque o sobrinho está machucado graças à uma desobediência e ato irracional de dar o sk8 pro garoto. Não quero nem ver como vai ser, melhor nem vai ser, acabou. Já era. Fodeu.
ResponderExcluir